Pânico


Talvez em algum momento você já tenha sentido esses sintomas: Aumento da frequência cardíaca, tremores, náuseas, formigamento, calafrios ou ondas de calor, tontura, falta de ar e a sensação de que algo muito ruim está prestes a acontecer com você!

Os ataques – ou crises – de pânico são muito comuns. Acometem cerca de 11% da população adulta, anualmente. E estima-se que 90% das pessoas passará, em algum momento da vida, por esse tipo de experiência.


Existe DIFERENÇA entre ATAQUE/CRISE de pânico e TRANSTORNO de pânico.


Os ATAQUES de pânico ocorrem subitamente, sem que a pessoa entenda o motivo.De forma inesperada e sem um contexto em particular.

Não existe uma causalidade definida. As hipóteses estudadas para explicar o ataque de pânico são: predisposição genética, efeito colateral de medicamentos(corticoides,anfetaminas),

uso de drogas, eventos estressantes(como perda de emprego, ruptura de relacionamento, falecimento de familiar…), que podem ter ocorrido até um ano antes da crise; histórico de traumas (abuso sexual, acidente, assalto, sequestro…); neuroticismo (ansiedade, depressão, baixa autoestima, pensamentos negativos exagerados e tendência a sentimentos de culpa.


O diagnóstico de um Ataque de Pânico não significa necessariamente o diagnóstico de um Transtorno do Pânico.


Existe tratamento para ataque de pânico.

Existem medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos), que apenas o médico pode prescrever.

Além da medicação, é importante realizar atividades físicas, descobrir técnicas de relaxamento, e investir na meditação.

E, claro, realizar um acompanhamento psicológico para atenuar as possíveis causas.


No Transtorno do Pânico as crises ou ataques são recorrentes, e causam uma preocupação excessiva com ataques futuros e/ou modificações de comportamento para evitar situações que poderiam desencadear um ataque. A síndrome do pânico ocorre em 2 a 3% da população anualmente. Mulheres têm duas vezes mais propensão de terem síndrome do pânico do que homens. A síndrome do pânico geralmente tem início no final da adolescência ou no início da idade adulta.


A diferença básica está na periodicidade. Quem sofre um ataque de pânico pode passar a vida inteira sem experimentar uma ocorrência.


Para maiores informações ou ajuda especializada, conte comigo!🌻

.

Mara Pita Psicóloga

CRP:04/35.171

6 visualizações

Responsável técnico:

Mara F. F. Pita

CRP:04/35.171

Links Relacionados:

  • Instagram
  • Facebook ícone social

Todos os direitos Reservados

Atendimento Presencial em

São José do Rio Preto

São Paulo

Brasil

Atenção: Este site não oferece tratamento ou aconselhamento imediato para pessoas em crise suicida.
Em caso de crise, ligue para 188 (CVV) ou acesse o site www.cvv.org.br. Em caso de emergência, procure atendimento em um hospital mais próximo.